Aprender fazendo, desde a sala de aula
Minha experiência com ensino presencial começou com cursos práticos de eletrônica e, ao longo dos anos, passou a incorporar também metodologias voltadas à inovação, criatividade e resolução de problemas.
Em diferentes contextos, a proposta sempre foi aproximar teoria, prática e participação ativa dos alunos.
Design Thinking, inovação e aprendizagem ativa
Minha atuação em sala de aula também passou a incorporar metodologias voltadas à criatividade, inovação e resolução de problemas.
Entre 2022 e 2025, atuei como professor de Design Thinking no curso de Governança e Inovação Pública da FGV, em parceria com o CAF, trabalhando com alunos ligados a diferentes áreas da administração pública.
Aprendizagem centrada em problemas reais
As atividades buscavam aproximar conceitos de inovação de situações concretas, estimulando análise, colaboração, prototipagem e construção de soluções.
Projetos voltados à administração pública
Ao longo das aulas, os participantes desenvolveram projetos e utilizaram ferramentas de apoio para estruturar problemas, compreender usuários e testar propostas de solução.
O fazer como parte da aprendizagem
A experiência com aulas práticas, montagem de circuitos e experimentação acabou se encontrando, anos depois, com minha trajetória acadêmica.
Aquilo que inicialmente fazia parte da maneira como eu ensinava passou também a despertar meu interesse como objeto de reflexão e pesquisa.
Aprender construindo
O movimento DIY — Do It Yourself, ou “faça você mesmo” — está diretamente relacionado à experimentação, autonomia e construção prática.
Essa lógica esteve presente em muitos dos meus cursos e projetos: em vez de apenas observar como algo funciona, o aluno é estimulado a construir, testar, errar, corrigir e compreender o processo.
Quando a prática também se torna objeto de estudo
Mais tarde, o interesse pelo DIY também passou a fazer parte da minha produção acadêmica, criando uma conexão entre experiências anteriores de ensino e minha trajetória como pesquisador.
Assim, prática profissional, docência e pesquisa passaram a dialogar em torno de uma ideia comum: o conhecimento também pode ser construído por meio da experiência.
Da bancada à sala de aula. Da sala de aula à pesquisa.
As ferramentas, os temas e os ambientes mudaram ao longo do tempo, mas a ideia central permaneceu: aproximar conhecimento e prática para tornar a aprendizagem mais significativa.