Barco de controle remoto no Lago Javary, em Miguel Pereira: um ótimo lugar para navegar

Quem pratica nautimodelismo sabe que construir o barco é apenas uma parte da diversão.

Depois de passar horas trabalhando no casco, instalando motor, eixo, hélice, leme, servo, ESC, receptor e bateria, chega finalmente o momento mais esperado:

colocar o barco na água.

E encontrar um bom lugar para navegar nem sempre é tão simples.

O local precisa oferecer espaço, acesso relativamente fácil à água e condições adequadas para controlar o modelo com segurança.

Um lugar que me proporcionou uma experiência muito interessante foi o Lago Javary, em Miguel Pereira, no estado do Rio de Janeiro.

O lago possui um grande espelho d’água e, quando fiz minha visita, encontrei um ambiente bastante tranquilo, adequado tanto para passar algumas horas com a família quanto para colocar um barco de controle remoto na água.

Um lago enorme para navegar com barco RC

A primeira coisa que chama atenção é justamente o tamanho do lago.

Para quem está acostumado a utilizar pequenos lagos ou espaços limitados, ter uma grande área disponível dá vontade de simplesmente acelerar o barco e seguir em frente.

Mas existe um problema:

quanto maior o espaço, maior a possibilidade de deixar o modelo ir longe demais.

E essa é uma situação em que precisamos controlar a empolgação.

No Lago Javary, justamente por existir bastante espaço, recomendo fazer um teste de alcance do rádio antes de começar a navegar para regiões mais distantes. Essa já era uma das principais recomendações que fiz quando registrei o passeio.

Não precisamos utilizar todo o alcance disponível

Esse é um ponto importante no rádio controle.

O fato de o equipamento ser capaz de alcançar determinada distância não significa que precisamos operar o modelo nesse limite.

No nautimodelismo existe ainda uma dificuldade adicional:

precisamos conseguir enxergar a orientação do barco.

Quando ele fica muito distante, começa a ser difícil perceber:

qual é a proa;

qual é a popa;

para que lado está virando;

se está se aproximando ou se afastando.

Portanto, mesmo que o rádio continue funcionando perfeitamente, podemos perder a referência visual.

Faça um teste de alcance antes de navegar

Antes de colocar o modelo muito longe, verifique o funcionamento do sistema de rádio seguindo as orientações do fabricante do equipamento.

Observe principalmente:

transmissor;

receptor;

antena;

alimentação;

resposta dos comandos.

Movimente o leme.

Acione o motor.

Observe se os comandos permanecem consistentes.

Se existir qualquer comportamento estranho, investigue antes de afastar o barco.

O rádio de 2,4 GHz oferece um alcance muito interessante

Os sistemas modernos de rádio controle em 2,4 GHz podem oferecer alcance mais do que suficiente para muitas aplicações de modelismo.

No aeromodelismo conseguimos perceber muito bem essa capacidade porque o avião pode permanecer em linha de visada e sem obstáculos entre transmissor e receptor.

No caso dos barcos, entretanto, existem características diferentes.

O receptor está muito próximo da superfície da água e a própria instalação da antena dentro do modelo merece atenção. No texto original destaquei justamente a importância de cuidar do posicionamento do receptor e de sua antena.

A água pode influenciar a propagação do sinal

A superfície da água pode produzir reflexões do sinal de rádio.

Além disso, a antena do receptor pode estar instalada muito próxima da linha d’água e cercada por:

bateria;

motor;

fiação;

estrutura do barco;

outros componentes.

Por isso, não devemos simplesmente jogar o receptor dentro do casco em qualquer posição.

A instalação merece planejamento.

Posicione corretamente a antena do receptor

Alguns receptores possuem uma pequena antena externa.

Em outros casos, visualmente parece apenas um pequeno pedaço de fio saindo do receptor.

Não enrole esse fio simplesmente porque ele está sobrando dentro do barco.

Procure instalá-lo conforme as recomendações do fabricante, afastado quando possível de componentes que possam prejudicar a recepção.

No meu passeio pelo Lago Javary, uma das recomendações foi justamente manter essa pequena antena em uma posição favorável à recepção do sinal.

O alcance não depende apenas do transmissor

Quando pensamos em alcance, é comum olhar apenas para o rádio:

“Meu transmissor alcança quantos metros?”

Mas o sistema envolve muito mais.

Temos:

Transmissor

Antena

Propagação do sinal

Antena do receptor

Receptor

Comandos do modelo

A instalação do receptor dentro do barco também influencia o desempenho do conjunto.

Antes de afastar o barco, teste perto da margem

Uma sequência simples ajuda bastante.

Primeiro coloque o modelo na água próximo de você.

Teste:

motor para frente;

marcha à ré, se disponível;

leme para a esquerda;

leme para a direita.

Observe se tudo responde corretamente.

Depois comece a navegar aumentando gradualmente a distância.

Não existe necessidade de colocar o barco no meio do lago imediatamente.

Miguel Pereira é um passeio interessante

Uma das coisas que gostei no Lago Javary foi justamente a possibilidade de combinar o nautimodelismo com um passeio.

Quando fiz o registro original, destaquei Miguel Pereira como uma possibilidade de bate-volta partindo do Rio de Janeiro.

Isso torna a atividade interessante também para quem está acompanhado da família.

Enquanto você aproveita para navegar com o modelo, o local pode fazer parte de um passeio maior.

Existem pontos mais fáceis para colocar o barco na água

Nem toda margem de um lago oferece o mesmo acesso.

Dependendo do ponto, podemos encontrar:

vegetação;

desnível;

pedras;

estruturas;

outros obstáculos.

Na experiência que registrei, os acessos próximos à ponte de pedestres eram particularmente convenientes para ficar com o modelo. Os dois lados da ponte ofereciam possibilidades, e a região dos pedalinhos também apresentava bom acesso.

Como as condições de um espaço público podem mudar ao longo dos anos, naturalmente vale observar a situação encontrada no dia da visita.

Escolha o ponto de navegação antes de colocar o barco na água

Antes de ligar tudo, caminhe um pouco pela margem.

Procure um local onde seja possível:

colocar o modelo facilmente;

retirá-lo facilmente;

enxergar uma boa parte do lago;

operar o rádio confortavelmente.

E pense também em uma situação que muitas vezes esquecemos:

como recuperar o barco se ele parar?

Todo nautimodelista deveria pensar na recuperação do modelo

Um barco RC pode parar no meio da água por diferentes motivos:

bateria descarregada;

hélice presa;

falha no motor;

problema no ESC;

perda de conexão;

objeto preso no leme;

falha mecânica.

Em um pequeno tanque, talvez consigamos alcançar o modelo facilmente.

Em um lago grande como o Javary, isso pode se transformar em um problema.

Por isso, quanto maior o lago, mais importante é evitar distâncias desnecessárias.

Um segundo barco pode ser extremamente útil

Quando navegamos em grupo, outro nautimodelo pode eventualmente ajudar na recuperação de um modelo parado, desde que seja possível fazer isso de forma segura.

Um barco pode empurrar cuidadosamente o outro em direção à margem.

É mais uma vantagem de praticar nautimodelismo acompanhado.

Não conte com nadar até o modelo

Um barco parado no meio do lago não justifica colocar uma pessoa em risco.

Profundidade, vegetação, condições da água e outros fatores podem ser desconhecidos.

A melhor estratégia é evitar a situação:

teste o modelo;

verifique as baterias;

não ultrapasse distâncias razoáveis;

planeje como faria a recuperação.

A bateria precisa estar carregada antes de começar

Parece uma recomendação óbvia.

Mas quando utilizamos várias baterias é fácil confundir:

carregada

com

já utilizada.

Uma pequena organização ajuda bastante.

Podemos manter as baterias carregadas separadas daquelas que já foram utilizadas durante o dia.

Assim reduzimos a possibilidade de colocar uma bateria quase descarregada no barco e descobrir isso quando o modelo já estiver distante.

Verifique também a bateria do transmissor

Não adianta ter uma bateria de propulsão perfeitamente carregada e esquecer a alimentação do rádio.

Antes de sair de casa, confira:

bateria do barco;

bateria do transmissor;

baterias de câmera ou FPV, quando utilizadas.

Um pequeno checklist evita muitos problemas.

O Lago Javary também é interessante para filmagens

Nesse passeio aproveitei para fazer uma filmagem com câmera de bordo.

Utilizei uma câmera pequena da HobbyKing instalada no modelo.

Esse tipo de câmera possui uma enorme vantagem no modelismo:

baixo peso e pequenas dimensões.

Assim conseguimos instalar o equipamento até mesmo em modelos relativamente pequenos.

Uma câmera muda completamente a perspectiva

Quando observamos o barco da margem, enxergamos:

o modelo navegando no lago.

Quando colocamos a câmera no barco, enxergamos:

o lago a partir do modelo.

A perspectiva fica muito próxima da superfície da água.

Pequenas ondas parecem maiores.

As margens mudam lentamente de posição.

As curvas produzem movimentos interessantes na imagem.

É uma maneira completamente diferente de registrar a navegação.

Onde colocar a câmera?

Isso depende bastante do modelo.

Podemos instalar:

sobre a cabine;

na proa;

próximo ao convés;

em um pequeno suporte.

O importante é considerar:

campo de visão;

peso;

equilíbrio do barco;

fixação;

proteção contra água.

Uma câmera muito alta também pode alterar o centro de gravidade de um modelo pequeno.

Prenda muito bem a câmera

Nunca confie apenas em apoiar a câmera sobre o modelo.

Durante a navegação existem:

vibrações;

movimentos;

ondas;

impactos.

Uma câmera que cai dentro do barco já é um problema.

Uma câmera que cai no lago pode ser perdida definitivamente.

Portanto, faça uma fixação segura.

Proteja os equipamentos contra água

Isso vale para câmera e principalmente para a eletrônica interna do barco.

Dentro do casco podemos ter:

receptor;

ESC;

bateria;

conectores;

servos;

circuitos auxiliares.

Uma pequena quantidade de água pode provocar problemas.

Depois de cada navegação, vale abrir o modelo e verificar se existe alguma infiltração.

Não espere encontrar muita água para considerar que existe um vazamento

Às vezes abrimos o barco e encontramos apenas algumas gotas.

Podemos pensar:

“Isso não é nada.”

Mas água dentro do casco significa que existe algum caminho de entrada.

É melhor localizar o problema enquanto são apenas algumas gotas do que descobrir depois que a infiltração aumentou.

Observe principalmente o eixo da hélice

Em muitos nautimodelos, o eixo é um ponto que merece atenção.

Ele atravessa o casco.

Portanto, sua montagem e manutenção precisam ser adequadas.

Dependendo do sistema utilizado, lubrificação e vedação ajudam a reduzir a entrada de água e também o atrito.

O leme também merece inspeção

Confira se o leme movimenta livremente.

Antes de colocar o barco na água:

leme para esquerda;

leme para direita;

retorno ao centro.

Observe as linkagens.

Um parafuso frouxo pode deixar o servo funcionando perfeitamente enquanto o leme deixa de responder.

Teste o motor antes de colocar o barco na água

Faça um acionamento breve e seguro.

Observe se:

o motor gira;

o eixo gira livremente;

a hélice está bem presa;

não existe vibração anormal.

Se alguma coisa parece errada em terra, não espere que melhore dentro da água.

Cuidado ao testar hélices fora da água

Mesmo uma pequena hélice pode causar ferimentos.

Mantenha mãos, roupas, fios e objetos afastados.

Em modelos de maior potência, o cuidado precisa ser ainda maior.

Faça apenas os testes necessários e mantenha o conjunto devidamente seguro.

Chegar cedo pode proporcionar uma água muito mais tranquila

Essa foi outra característica que observei no Lago Javary.

Quando cheguei cedo, encontrei a água bastante calma.

Com o passar das horas, começou a aparecer um vento fraco.

Mesmo sem ser um vento forte, ele já era suficiente para alterar a superfície do lago.

Um pouco de vento muda completamente a navegação

Quando a água está lisa, um pequeno barco navega com relativa tranquilidade.

Quando surgem pequenas ondas, o comportamento muda.

O casco começa a:

subir;

descer;

inclinar;

bater na água.

Dependendo do tamanho e do tipo de modelo, isso pode tornar a navegação mais divertida ou mais difícil.

Para modelos pequenos, as ondas parecem enormes

Essa é uma questão de escala.

Uma ondulação de poucos centímetros parece insignificante para uma embarcação real.

Para um pequeno nautimodelo, pode representar uma onda proporcionalmente muito maior.

Por isso, condições aparentemente tranquilas para uma pessoa na margem podem ser bastante diferentes para um modelo pequeno.

Para filmagem, a água calma produz outro resultado

Se o objetivo for fazer imagens com câmera de bordo, chegar cedo pode ser especialmente interessante.

Com pouca ondulação, a câmera tende a produzir uma imagem mais estável.

Com vento, o movimento do barco aumenta e a filmagem fica mais dinâmica.

São resultados diferentes.

E o vento pode ser ótimo para um veleiro

No relato original, observei justamente que aquele vento fraco que aparece com o passar das horas pode permitir a navegação com veleiros RC.

Nesse caso, aquilo que incomoda um pequeno barco motorizado pode ser exatamente aquilo que o veleiro precisa.

Essa é uma das coisas interessantes do nautimodelismo:

cada tipo de embarcação procura condições diferentes.

Um veleiro RC é uma experiência completamente diferente

Em um barco motorizado, controlamos diretamente a propulsão através do motor.

No veleiro, precisamos trabalhar com o vento.

O rádio pode controlar:

leme;

posição das velas.

Mas a energia que movimenta o barco vem do ambiente.

Isso transforma completamente a maneira de navegar.

O lago permite explorar diferentes tipos de nautimodelos

Um grande espelho d’água oferece espaço para diferentes projetos.

Podemos imaginar:

rebocadores;

lanchas;

veleiros;

barcos de resgate;

modelos em escala.

Cada um terá características completamente diferentes na água.

Uma lancha pede atenção à distância

Modelos rápidos percorrem grandes distâncias em poucos segundos.

É muito fácil acelerar, fazer algumas passagens e perceber que o barco já está muito mais longe do que pretendíamos.

Quanto maior a velocidade, mais importante é antecipar as curvas.

Não espere chegar próximo da margem oposta para decidir voltar.

Um rebocador permite aproveitar o passeio de outra maneira

Já um rebocador normalmente convida a uma navegação mais tranquila.

Podemos fazer:

passagens lentas;

manobras;

curvas fechadas;

filmagens;

testes de acessórios.

E podemos instalar uma grande quantidade de funções adicionais.

O nautimodelismo fica ainda mais divertido com acessórios

Um barco RC pode ter muito mais do que:

motor + leme.

Podemos acrescentar:

LEDs;

radar;

buzina;

gerador de fumaça;

bomba d’água;

câmera;

FPV;

guinchos;

outros mecanismos.

Um lago amplo é um excelente lugar para testar esses recursos em condições reais.

Imagine navegar em FPV pelo Lago Javary

A câmera de bordo já proporciona imagens muito interessantes.

Mas podemos avançar para um sistema FPV.

Nesse caso:

câmera no barco

transmissor de vídeo

receptor na margem

monitor ou óculos.

Agora conseguimos acompanhar a navegação a partir da perspectiva do próprio modelo.

Mas FPV não elimina a necessidade de segurança

Mesmo utilizando uma câmera, precisamos operar dentro das condições adequadas e manter controle sobre aquilo que está acontecendo ao redor.

O vídeo não deve ser utilizado como justificativa para enviar o modelo a distâncias exageradas.

Especialmente em um lago grande, o planejamento de recuperação continua sendo importante.

Leve uma caixa de campo

Um passeio como esse mostra por que gosto de ter uma caixa de campo relativamente completa.

Longe da bancada, uma pequena falha pode encerrar a navegação.

Vale ter por perto itens como:

chaves;

alicates;

multímetro;

fios;

conectores;

fita;

abraçadeiras;

peças básicas de reposição.

Se um pequeno parafuso afrouxar, você não quer descobrir que a única chave compatível está em casa.

Depois da navegação, faça uma inspeção

Quando retirar o barco da água, não guarde imediatamente.

Abra o compartimento.

Procure água.

Toque cuidadosamente nos componentes para perceber aquecimento anormal.

Observe:

motor;

ESC;

bateria;

conectores.

Confira também eixo e hélice.

Pequenas verificações depois de cada utilização ajudam a identificar problemas antes da próxima navegação.

Se entrou água, descubra de onde veio

Se o interior estiver molhado, seque tudo antes de guardar.

Depois investigue.

Pode ser:

eixo;

tampa;

vedação;

alguma abertura no casco;

respingos entrando pela parte superior.

Guardar eletrônica úmida é uma péssima ideia.

O Lago Javary mostrou como um espaço grande muda a experiência

Quando existe bastante área disponível, deixamos de ficar fazendo pequenas voltas diante da margem.

Podemos criar trajetórias maiores.

Podemos fazer filmagens.

Podemos explorar diferentes regiões do lago.

E justamente por isso precisamos desenvolver também outra habilidade:

saber a hora de parar de afastar o modelo.

No meu relato original, essa foi uma das coisas que mais me chamou atenção: o lago é tão grande que realmente dá vontade de continuar indo cada vez mais longe.

A melhor distância não é a distância máxima do rádio

A melhor distância é aquela em que você ainda consegue:

enxergar claramente o modelo;

entender sua orientação;

controlá-lo com confiança;

trazê-lo de volta se alguma coisa começar a dar errado.

Essa é uma referência muito mais útil do que simplesmente perguntar quantos metros o fabricante declara para o rádio.

Um passeio simples pode ensinar muita coisa sobre rádio controle

Colocar um barco em um lago parece uma atividade puramente recreativa.

Mas rapidamente começamos a observar conceitos técnicos.

Por que o alcance mudou?

Como devo posicionar a antena?

Quanto tempo dura a bateria?

Por que o motor aqueceu?

Por que entrou água?

Como a distribuição de peso altera o barco?

Como as ondas influenciam a navegação?

É justamente isso que torna o modelismo tão interessante.

Veja a filmagem feita no Lago Javary

Durante o passeio, instalei uma pequena câmera de bordo no modelo e registrei a navegação pelo lago.

A vantagem dessas pequenas câmeras é justamente permitir a instalação até mesmo em modelos nos quais peso e espaço são limitados.

Além de registrar o passeio, a câmera proporciona aquela perspectiva que considero especialmente interessante no nautimodelismo:

ver a água praticamente na altura do próprio barco.

Um ótimo lugar para juntar passeio e nautimodelismo

Minha experiência no Lago Javary mostrou uma combinação muito interessante:

um passeio tranquilo + um grande lago + um barco de controle remoto.

Chegando cedo, encontrei água bastante calma. Mais tarde, o vento produziu pequenas ondulações e criou condições diferentes de navegação.

Para quem gosta de construir e testar barcos RC, é justamente esse momento que completa o projeto.

Na bancada vemos:

fios, motor, ESC, servo, receptor e bateria.

No lago, tudo isso desaparece dentro do casco.

O que enxergamos é simplesmente o resultado:

o barco navegando.

Quer aprender elétrica e eletrônica aplicadas ao rádio controle?

Um passeio com um barco RC rapidamente mostra quantos sistemas precisam trabalhar juntos para que tudo funcione corretamente.

Temos:

bateria;

motor;

ESC;

BEC;

receptor;

servo;

rádio;

conectores e fiação.

E ainda podemos acrescentar LEDs, bombas, câmeras e outros acessórios.

No Método 7H RC, a proposta é aprender elétrica e eletrônica através de situações práticas encontradas no aeromodelismo, automodelismo e nautimodelismo.

Assim, você deixa de apenas conectar os componentes seguindo um esquema e começa a compreender como funciona o sistema elétrico e eletrônico que permite colocar seu barco na água, acelerar, fazer curvas e trazê-lo novamente para a margem.

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