Como montar berço para acomodar um barco ou navio rádio controle – rebocador baseado no modelo Yarra

Montar um barco rádio controlado é só uma das coisas que você tem que fazer durante as etapas de montagem de um nautimodelo. Pois ao contrário de um automodelo, que você pode apoiar ele sobre uma mesa ou prateleira, no barco ou navio isso não é possível.

Isso ocorre pois existe um leme e o hélice que inviabilizam o modelo ficar “estacionado” sobre uma superfície plana. E além disso outra coisa torna difícil mantê-lo assim, como a curvatura do casco. Desta forma o modelo vai ficar de lado ou até tombar e não conseguir ficar “de pé”.

Para resolver esse problema é necessário construir um apoio para sustentar o modelo. Nós chamamos esse suporte de berço. Os berços também tem esse nome para os barcos e lanchas da vida real. E assim como na vida real pode ser feitos de diversos materiais, como madeira ou metal. Os berços mais fáceis de serem construídos são de madeira e em geral são estruturas bem simples, mas funcionais e extremamente necessárias.

Eu construí recentemente um rebocador que possui mais de 1,10 de extensão. A boca dele também é grande. Além disso, o rebocador possui um casco com um desenho bem diferente. Tão diferente que até inviabiliza colocá-lo sobre uma superfície plana, pois ele tomba. Então com a ajuda de varetas de madeira Teca, pregos e cola fiz um berço bem legal. Para a madeira não ‘machucar’ o casco, ainda fiz uma proteção com um material que você acha facilmente, mas não para esse tipo de aplicação.

O acabamento final ficou perfeito. Quanto ao lado funcional ficou extremamente prático. Dá uma conferida abaixo. Eu fiz um vídeo mostrando isso em mais detalhes.

Como configurar o rádio Turnigy com cabo de simulador no software para treino de aeromodelo

Quando estamos iniciando no aeromodelismo é importante treinar de alguma forma em solo, pois ao voar e cair as perdas financeiras podem ser realmente grandes dependendo do modelo que se está voando. Para ajudar a resolver esse problema existem os softwares simuladores de voo. Por meio deles o aprendiz ou aluno, pode treinar de forma bem parecida dando segurança na hora de realizar um voo real.

Uma das grandes vantagens desses simuladores é que nós não usamos um joystick durante a pilotagem, mas o próprio rádio controle que será usado durante o voo do aeromodelo. Isso torna a atividade muito mais próxima da realidade. Existem cabos que conectam os rádios via USB nos computadores permitindo assim esse uso.

Esses cabos são bem baratos e você encontra em lojas especializadas ou mesmo em vários sites pela internet. Um pouco positivo é o preço deles, pois não são caros. Um lado do cabo possui USB que ao conectar no computador um LED vermelho se acende internamente. Esse LED pode piscar em uso. Na outra extremidade existe um cabo tipo P2 que é conectado ao rádio. A maior parte dos rádios possui uma entrada para esse plugue facilitando assim a conexão.

Só destacando algumas coisas importantes. Para que o simulador funcione, é preciso que você destaque o módulo que está localizado na traseira do rádio. Sim. Pois caso contrário ele não vai funcionar. Normalmente isso é uma tarefa fácil, pois é feito externamente ao rádio.

A segunda coisa é que ao conectar o plugue você verá que o rádio liga automaticamente. Mas isso não quer dizer que o plugue P2 está enviando ‘energia’ para o rádio controle. Ou seja, seu rádio precisa ter pilhas ou uma bateria carregada dentro dele.

Ademais existem alguns ajustes que você precisa fazer no rádio para que ele seja capaz de funcionar como simulador. Esses detalhes eu mostro para você no vídeo abaixo. Ah, no mercado existem muitos diferentes softwares de simulador. No vídeo abaixo eu mostrei o FMS. É simples e já atende bem, mas existem vários outros bem avançados.

Conserto mola volante da direção – rádio controle HK210 Hobby King – Mesmo procedimento outro modelo

Algumas pessoas preferem aquele rádio que possui os chamados ‘sticks’ para pilotar seu automodelo. Sim, digo automodelo, mas poderia ser também um nautimodelo. Pois se você for pilotar um aeromodelo, saiba que só é possível usar rádios com sticks devido aos controles necessários. Mas para usar em várias outras áreas do modelismo é possível comprar um rádio mais simples, com controle de aceleração e direção.

Nesse caso existem rádios que possuem um volante para controle da direção. É fato que torna-se algo muito mais intuitivo para a pilotagem, em especial de auto e nauti. Esse pequeno volante possui internamente uma mola para manter a direção sempre no centro. Assim, após você fazer a curva, ao soltar o controle há uma centralização. Isso facilita muito pois imagina se você tivesse que a todo momento descobrir onde é o centro do volante.

Essa ideia se parece muito com a ideia presente no rádio com stick, pois a direção também retorna para o centro. Tudo isso é via mola, ou seja, algo realmente mecânico. Funciona muito bem, mesmo sendo algo mecânico.

Porém algumas coisas podem ocorrer e levar esse conjunto a apresentar defeitos. Um defeito que pode surgir ocorreu comigo. Veja só, eu até imagino a razão de ter quebrado, pois esse rádio é usado pelo meu filho. Imagina uma criança usando esse controle com toda a violência. Por isso não acredito que sempre ocorra problema nesse conjunto mecânico. Acho inclusive que deve ser algo bem remoto de ocorrer. Mas enfim, eu tive problemas.

O defeito está exatamente nessa mola que faz com que o volante fique centralizado. Após meu filho usar o rádio eu percebi que tinha algo solto lá dentro. Logo imaginei que a mola tinha saído do lugar, pois o volante não voltava mais para o centro.

Para resolver só tem 1 jeito. Desmontar tudo. E olha que não é muito simples, pois para chegar nessa parte você tem que literalmente desmontar o rádio todo. Mas dá para fazer.

Essa mola fica próxima ao potenciômetro de controle da direção. E no meu caso a mola soltou pois a peça de plástico que a prende quebrou. Você pode tentar colar ou até mesmo adaptar para instalar ela em outra posição. Essa última opção foi o que fiz. Para resolver o problema você pode usar a mesma mola e vai ser necessário uma agulha metálica bem fina para aquecer e fazer um novo furo na peça plástica.

São vários parafusos e vários passos que devem ser feitos para desmontar todo o rádio. Então eu fiz um vídeo que esclarece bem o que você deve fazer para resolver o problema. Dá uma olhada e deixe lá nos comentários o que achou. Se puder escreva também como surgiu esse problema no seu rádio.

Como fazer as ligações de servo, ESC, BEC, bateria no receptor controle remoto

Muitos iniciantes têm dúvidas sobre como fazer a ligação do ESC, com o servo e o receptor. Mas na verdade é bem simples. O importante é saber que em se tratando de modelos elétricos, normalmente o ESC já vem o que chamamos de BEC. O BEC é a parte responsável por gerar uma tensão de 5 Volts que alimenta o receptor de rádio controle. Portanto, temos no ESC um fio com um pequeno conector na sua extremidade que será ligado ao receptor do rádio.

Por esse fio chega a alimentação desses 5 Volts, mas também por ele passa o sinal do acelerador enviado pelo receptor. Por isso é comum ligar esse conector ao canal número 3, ou seja, o acelerador.

No ESC existe uma extremidade que pode possuir 2 fios ou 3 fios. Tratam-se dos conectores que irão ligar no motor. Se ele tem 2 fios então é um ESC para motor escovado. Já se tiver 3 fios, trata-se de um ESC para motores sem escovas (brushless).

Na outra extremidade do ESC existem outros 2 fios. Esses normalmente são nas cores vermelho e preto. São os terminais usados para ligar na bateria LIPO. Fique atento ao comprar o ESC a alguma especificações. Existem ESC que foram desenvolvidos para baterias LIPO 2S, 3S, e assim por diante. Uma outra especificação diz respeito a máxima corrente que o ESC suporta.

Eu fiz inclusive um vídeo para ajudar nessa questão. Abaixo é possível ver quais os fios ligam onde, facilitando assim os iniciantes na área.

Como adaptar uma duchinha de água para banheiro para acionar motobomba – Ideia simples e funcional

Muitas vezes necessitamos de água doce para limpar em locais onde seu acesso não é simples. Como por exemplo, ao levar um barco rádio controlado para ser utilizado em um lago de água salgada. Ou seja, após retirar o barco da água como fazer para limpar ele?

Nesse artigo trago uma ideia simples para resolver esse problema. A solução seria construir um reservatório de água que fosse acessado por uma pequena bomba. Essa bomba seria acionada por meio de um dispositivo adaptado em uma pequena ducha. Esse acionamento leva por sua vez, a ligar os contatos de um relê. Esse relê então seria o responsável por de fato ligar e desligar a pequena bomba d´água.

Vários são os modelos diferentes de bomba de água disponíveis no mercado que você pode estar fazendo uso. Um desses modelos que pode ser adaptado nessa invenção seria a pequena bomba de água usualmente utilizada em limpeza do para-brisas de automóveis.

Essa pequena bomba pode ser encontrada em qualquer casa de material automotivo. Mas lembrando que ela foi idealizada para funcionar por períodos curtos. Assim não dá para usar ela em períodos longos, pois a mesma aquece muito. Ela é meio que blindada e isso dificulta muito a troca de calor do motor com o meio ambiente.

Como ponto positivo dessa bomba está seu preço e também a facilidade de ligar com 12 Volts. O consumo de corrente está em torno de 2A. Então é preciso utilizar uma boa fonte para ligar esse motor.

A adaptação na ducha de água é simples. Mas devido a essa simplicidade ela não tem capacidade de acionar diretamente o motor da bomba. Afinal são 2A. Então é preciso que esses contatos da ducha acionem o relê que mencionei no início do texto.

O relê que será usado precisa ter a bobina para 12 Volts e contatos que suportem com folga os 2A de consumo do motor da bomba d´água. Lembrando que um pequeno circuito com um transistor, um resistor e um diodo, já resolve nosso problema. Para deixar mais claro eu fiz um vídeo mostrando a duchinha.

Inclusive nesse vídeo mostro detalhes de como adaptei os fios na ducha de água.

Como transformar o carrinho de carrinho de controle remoto (circuito do receptor) em rádio FM

Muitos nem imaginam mas dentro do pequeno circuito receptor de um rádio controle de brinquedo existe quase tudo o que é preciso para montar um pequeno receptor FM. Essa placa possui como primeira etapa um circuito responsável pela recepção do sinal. Formado por capacitor e bobina, temos um circuito sintonizado. Como trata-se de um receptor de rádio controle, essa sintonia está feita para atuar em uma outra frequência que não seja de FM. Isso ocorre, pois a frequência de FM já possui várias estações estabelecidas e sendo assim poderia se transformar em interferências para o funcionamento do controle remoto.

Mas como nossa intenção é transformar esse circuito em um receptor de rádio FM é preciso inicialmente atuar nesse circuito de sintonia para mudar a faixa de recepção. Importante destacar que a captação das ondas de rádio, quanto à sensibilidade, irá variar bastante em relação ao local onde você mora. Assim, caso more próximo a estações transmissoras a sintonia será mais fácil. Além disso, o ideal é morar em uma casa ampla com terreno, pois experiências dentro de um apartamento nas grandes cidades pode dificultar o resultado.

Veja que da forma como expliquei você pode também ajustar esse circuito de sintonia para captar diferentes faixas de frequência, como aviões, por exemplo. Nesse caso a busca pelas estações se mostra mais trabalhosa, pois os aviões não ficam transmitindo o tempo todo. Caso você resida próximo a um aeroporto será mais fácil captar as ondas que as torres enviam para os aviões. Enfim, é mais uma ideia que você estar experimentando.

Ainda sobre o circuito da pequena placa, a etapa que nos interessa é a primeira, que está preparada para a recepção dos sinais de rádio. Pois as etapas seguintes dizem respeito ao acionamento dos controles que levam aos dispositivos que acionam a propulsão e projetam as curvas do modelo rádio controlado. Saliento também que após essa primeira etapa, o resultado é em forma de áudio, então basta injetar essa saída na entrada de um pequeno amplificador. Aqui vai uma ressalva. Não adianta tentar ligar um alto-falante na saída desse receptor, pois você não ouvirá nada. A amplificação nesse ponto é muito pequena para isso. Porém experiências podem ser feitas com o uso de um pequeno fone cristal ou mesmo o uso de pequenas cápsulas piezoelétricas. Lembrando que o resultado sonoro ainda assim será muito baixo e bem inconveniente para se ouvir. Por isso meu conselho é por utilizar um amplificador de áudio para reforçar os sinais captados.

O circuito de recepção desses pequenos controles remotos é do tipo super regenerativo. Ele tem a característica de ser extremamente sensível, mas pouco seletivo. Ou seja, caso você more muito próximo de sinais de transmissão é possível captar mais de uma rádio ao mesmo tempo. Caso isso ocorra, tente diminuir a antena para ficar com somente o sinal mais forte. Quanto à antena é um ponto crítico. Não adianta colocar uma antena monstruosa, pois a antena é algo que deve estar em ‘sintonia’ com a faixa que está se trabalhando. Assim, para a faixa de FM dê preferência para antenas verticais de metal com medidas entre 50 cm e 1,20m. Grandes antenas poderão instabilizar o circuito e piorar sua recepção.

Eu gravei um vídeo onde mostro mais detalhes das etapas para você também captar rádios FM com circuitos receptores de controle remoto. Assim, ficará mais fácil para você saber onde deve atuar nesse circuito com as alterações para fazer suas captações.

Porque usar um capacitor ligado em paralelo com motor escovado (brushed) – Qual a função dele?

Algumas vezes você já se deparou com um capacitor soldado nos terminais de um mtor escovado? Muitos desses motores estão presentes em brinquedos, em especial brinquedos rádio controlados. Mas qual será o papel desse capacitor?

O capacitor em um circuito de corrente contínua, ou seja, pilhas, não permite a circulação da corrente elétrica. Bom, agora não entendi. Se o capacitor não deixa passar corrente contínua, o que ele está fazendo em paralelo com o motor? Bom, ainda bem que ele não deixa a CC passar, pois caso contrário iria estar nessa posição fazendo um curto circuito. Mas então de fato o que ele está fazendo?

O capacitor é um componente que permite a circulação de sinais de altas frequências. Durante o funcionamento do motor – ligar e desligar – podem ser gerados sinais de altas frequências. Essas frequências tem a possibilidade de danificar o transistor que está acionando o motor. Sim, você leu certo, o transistor. Ou seja, por meio desse espúrio o transistor poderia até ser levado à queima.

Agora a coisa clareou, né? Então pelo uso do capacitor soldado diretamente no motor, ele funciona como um curto circuito para os sinais espúrios de alta frequência. Assim, ele evita que cheguem até o transistor, evitando sua queima prematura.

Normalmente esses capacitores são do tipo cerâmico em torno de 100 nF. Estou falando de pequenos motores que funcionam com baixas tensões.

Mostrador digital de tensão – Identifique facilmente a tensão de suas baterias

Muitos de nós modelistas conhecemos aquele pequeno dispositivo utilizado para verificar a tensão das baterias LIPO. Ou seja, se você tem uma LIPO 2S, 3S ou outra qualquer é possível utilizar o terminal para carga balanceada, onde inserindo ele no aparelho é exibida a tensão total da bateria, assim como a tensão de cada uma das células.

Porém se você precisa de uma solução para mostrar unicamente a tensão de todas as células somadas, existem outras saídas. No mercado é possível comprar pequenos mostradores que utilizam-se de um display de LED 7 segmentos, para mostrar o valor da tensão. O melhor é que muitos deles possuem tão somente 2 fios, ou seja, a ligação elétrica é extremamente simples. Um fio vermelho liga no positivo da bateria e o fio preto liga no negativo.

Você pode utilizar esse mostrador até em painéis de automodelos para rapidamente indicar a tensão da bateria. Mas você pode se perguntar que outra vantagem tem esse dispositivo sobre o primeiro que comecei no texto. Bom o checador de baterias LIPO célula por célula, não fica sempre mostrando o valor total da bateria. Ou seja, ele fica oscilando entre o valor de cada célula e o valor total. Assim, se você tem uma bateria 4S esse dispositivo irá mostrar em pequenos intervalos 5 diferentes valores. Ou seja, pode ser algo que você não deseje.

Já utilizando um pequeno mostrador de LED 7 segmentos a leitura é rápida e direta. Passou os olhos e já viu a tensão total disponível. Enfim, os dois aparelhos têm suas utilidades. Mas dependendo da aplicação pode ser que você prefira um ao invés do outro. O importante é saber que existem e suas vantagens e desvantagens. Assim em um momento de necessidade poderá melhor decidir sobre qual utilizar.

Eu fiz até um vídeo mostrando esse pequeno mostrador de LED 7 segmentos. Dá uma assistida abaixo.

Aprenda como fazer para soldar o bullet – muito utilizado para conexão do motor no modelismo geral

O que é bullet? Do inglês ‘bala’, como bala de uma arma. Mas o que isso tem a ver com modelismo? O que ocorre é que foram desenvolvidos uns ‘engates rápidos’ para serem utilizados nas conexões elétricas entre o motor e ESC. Essas conexões são realizadas por meio de dois conectores metálicos. Um deles é um macho e o outro fêmea. Porém o conector macho lembra uma ‘bala’, por isso o nome bullet.

Mas porque usar o bullet? Bom, existem algumas razões. Uma delas é pelo fato de facilitar muito a substituição das partes dentro de um modelo. Veja só, você não precisa utilizar solda e nem cortar nenhum fio. Portanto, se precisar substituir o ESC, rapidamente você pode fazer isso. Da mesma forma na troca de motor. Veja só ainda tem um detalhe nisso tudo. Os motores sem escovas possuem três terminais e por vezes precisamos inverter o sentido do motor. Mas não no rádio diretamente e sim no motor. Veja que fácil. Basta inverter rapidamente 2 fios e o motor gira para o outro lado. Agora se tivesse que cortar e soldar seria tudo mais complicado.

Mas porque não usamos bullet em drones? A resposta é que em muitos drones pequenos temos a questão do peso para voo. Então damos preferência por cortar os fios do tamanho exato. Assim eliminamos peso do fio e a necessidade de usar bullet. Por exemplo, eu montei um drone QAV 250. Foi tudo com ferro de soldar ligado diretamente sem usar bullet. Porém em caso de algum defeito no motor ou no ESC você vai precisar usar o ferro de soldar.

E como fazemos para soldar os bullets? Bom, esse ponto é importante. Os bullets são bem pequenos e para soldar eles você precisa prender na sua bancada de alguma forma para que ele fique na vertical. Pois só assim você conseguirá depositar a solda no interior dele e depois, enquanto ela ainda estiver líquida, inserir o fio no seu terminal.

Mas não pense que após soldar está finalizado. Como disse, o bullet é completamente feito de metal e por isso não pode ficar sem isolamento. Imagina três bullets lado a lado de um motor brushless? Seria o caos, pois como os fios tem os mesmo tamanho eles poderiam se tocar e queimar o ESC, por exemplo. Mas como isolar eletricamente o bullet? Você até pode pensar em fita isolante, por exemplo. Funcionar, vai, mas não é o ideal. O correto mesmo é fazer uso do espaguete termo retrátil.

Eu já falei um bocado aqui no site sobre o espaguete termo retrátil, mas em linhas gerais é um pequeno tubo de borracha que é usado para encapar fios. Ele tem esse nome pois se contrai ao ser aquecido. Para aquecer o mesmo, o ideal é usar um soprador térmico, mas um isqueiro também resolve a questão.

Para te ajuda com tudo isso que falei eu gravei o vídeo abaixo com mais detalhes sobre o bullet. Veja e depois deixe lá nos comentários seu feedback.

Vários barcos e lanchas navegando na Vila do Pan – Panamericana

Um dia de sol, com os amigos navegando com lanchas e outros barcos de controle remoto no Rio de Janeiro. A Vila do Pan possui um grande e belo lago onde levamos nossos modelos de rádio controle para navegar. Sempre que levo meu navio para algum encontro faço filmagens a bordo com minha pequena e leve câmera HD Wing. Ela é uma câmera muito pequena e leve por não ter uma carenagem. Ou seja, o seu circuito interno é exposto e por isso é preciso tomar muito cuidado com quedas. Sim, uma pequena queda pode quebrar a lente por exemplo, já que ela fica bem exposta. Mas a grande vantagem é seu pequeno peso, o que permite embarcar ela nos mais diferentes modelos. No caso dos barcos, o peso normalmente não se traduz em algo complicado. Mas para voos, por exemplo, é importante destacar essa questão.


Então em um desses encontros o qual filmei, fiz uso dessa minha câmera HD Wing. Normalmente eu a coloco na proa, assim ela pega a visão em primeira pessoa da parte frontal da embarcação. Mas você pode instalar em vários locais para experimentar e testar. Quem sabe encontra alguns ângulos diferentes que deem uma boa imagem.

O legal da filmagem com a presença de vários colegas com seus barcos na água, é que além de você filmar seu percurso, acaba capturando também belas imagens dos outros barcos na água. Mesmo que seu barco não tenha muita velocidade, a filmagem fica muito legal. Eu acredito que muito do efeito resultante, ganha um espetáculo pela câmera estar muito próxima a água.

Como estava dizendo, que sempre gravo tomadas em vídeo dos passeios, aqui abaixo deixo registrado um desses. Dá uma assistida e depois coloca lá nos comentários o que achou.